ENTRETENIMENTO A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO E DA ESPIRITUALIDADE

HQ na escola

EU JÁ SEI LER GIBI!

EU JÁ SEI LER GIBI!

Foi-se o tempo em que os gibis eram proibidos na sala de aula e as crianças tinham de escondê-los sob a carteira. Os quadrinhos são uma excelente opção para incentivar a leitura em quem está entrando no mundo das letras.

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ONOMATOPEIA, IMAGEM E AÇÃO

ONOMATOPEIA, IMAGEM E AÇÃO

Só em 2007, dez anos após a criação do PNBE (Programa Nacional Biblioteca na Escola), as histórias em quadrinhos começaram a ser incluídas nos acervos distribuídos a bibliotecas escolares. Mas o uso de obras de HQs ainda enfrenta resistência dos docentes. Ele já existia quando o mais comum era o uso de tiras ou histórias curtas para exemplificar disciplinas, e permanece com o boom dos álbuns.

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VOCABULÁRIO CRESCE COM A LEITURA

VOCABULÁRIO CRESCE COM A LEITURA

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que a leitura dá acesso a 70% mais palavras do que as conversas que pais e mães costumam ter com a criança.

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GAMES: ALIADOS EM SALA DE AULA

GAMES: ALIADOS EM SALA DE AULA

Assuntos como arquitetura e civismo podem se transformar em atividades na sala de aula, mas, quando isso acontece num game, o aprendizado fica mais divertido.

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MANGÁ LEVA CRIANÇAS A ESTUDAR JAPONÊS

MANGÁ LEVA CRIANÇAS A ESTUDAR JAPONÊS

A procura pelo curso de japonês da ACBJ (Aliança Cultural Brasil-Japão) cresceu em anos recentes com o interesse por mangás e animes. E até a porquinha Peppa é utilizada para facilitar o aprendizado do russo!

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QUADRINHOS NA SALA DE AULA

QUADRINHOS NA SALA DE AULA

Caco Galhardo, autor das tiras “Os Pescoçudos” - e de animações exibidas pelos canais MTV e Cartoon Network - fala como os quadrinhos podem ser uma ferramenta pedagógica em sala de aula.

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SIMCITY AUMENTA INTERESSE POR CONTABILIDADE

SIMCITY AUMENTA INTERESSE POR CONTABILIDADE

"O emprego do jogo eletrônico se apresenta como uma inovação no processo de ensino, podendo ser considerado um forte aliado no desenvolvimento de estratégias instrucionais destinadas a um público que já nasceu sob a forte influência dos aparatos digitais", sugere a tese de doutorado de Marcos Roberto Pinto.

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