ENTRETENIMENTO A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO E DA ESPIRITUALIDADE

A PEQUENEZ DE JESUS NO NATAL É MAIOR QUE O SUPERMAN

 

Publicado no Church Pop

O arcebispo Fulton Sheen tinha muita sabedoria!

“O que o Superman tem a ver com o Natal?”, perguntou Sheen em seu programa de televisão nos anos 1960.

Neste episódio, que pode ser encontrado na Internet, Fulton Sheen explica “a descoberta do Natal” e como a entrada de Jesus no mundo como criança é comparável ao herói da DC Comics, o Superman.

Fulton Sheen

O arcebispo explica como o Superman é “o desejo pelo Natal”. “Primeiro, há um avanço, porque ele ajuda os outros. Existe um tipo de renovação, força e auxílio. O Natal é exatamente isto. Deus desce à terra – através do tempo – e divide-o. Tanto que, a partir desse momento, é a.C. e d.C.”

“Há uma diferença com o Superman” – prossegue Sheen – “este vai da fraqueza ao poder. O desenrolar do Natal é do poder à fraqueza. Você viu o berço onde Jesus nasceu. Aqui está o infinito e a pequenez. Este não é um homem que está ficando forte, este é um Deus que está se tornando fraco.”

“…Desamparado como um bebê. Que diferença entre o Superman e ele! Não é uma manifestação de poder para agradar o orgulho do homem, mas de humildade para humilhar o orgulho do homem.”

Sheen afirma ainda que “a ideia de um Deus se tornando homem é muito difícil para nós compreendermos. Não entrando em um armário, mas indo para um estábulo e um berço… essa é a diferença para o Superman – fraqueza e poder. E outra diferença é que o Superman, quando vem à nossa terra para fazer suas maravilhas, age apenas no meio ambiente. Ele toca no que está fora do homem.”

“Tudo o que o Superman faz é mudar as circunstâncias do lado de fora, mas não toca o homem por dentro. Esta é a diferença”, defende o arcebispo.

“Quando Deus se torna homem, quando temos o Natal, Ele deixa as circunstâncias do jeito que estão. Ele deixa os soldados romanos desfilando pelas ruas. Os mesmos problemas: dor, sofrimento e fome, assim por diante. Mas Ele começa a transformar os corações dos homens. Uma vez transformados, se viverem de acordo com Ele, Ele eliminará essas coisas chatas dos indigentes que sofrem. Então o Deus-Homem trabalha no coração do homem.”

Fulton Sheen afirma ainda que esta operação interna de Deus, quando vem à terra, pode ser comparada a uma praga: “Suponhamos que houvesse algo no mundo de hoje como a Peste Negra na Idade Média. Lembra que destruiu um terço da população da Europa? Suponhamos que um grande cientista descobrisse um remédio para essa praga, e colocasse o remédio à disposição de toda a raça humana. Alguns ficariam aliviados, outros talvez não. Foi exatamente o que aconteceu quando Deus veio à esta terra.”

“Todos estaríamos dispostos a mudar nossas circunstâncias. Gostaríamos de ter mais dinheiro. Talvez morar em uma casa diferente. Mas queremos mudar nossos pensamentos? Queremos que nossos amores mudem?”, diz Sheen

“E o Deus-Homem veio à esta terra, veio como remédio para as pragas morais e espirituais. Ele veio nos fazer interiormente felizes. Nem todo mundo quer. Ele veio para os seus, mas os seus não O receberam.”

E isso é o Natal do verdadeiro Super-homem.

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